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Dificuldade em marcar o exame toxicológico? Veja como encontrar os laboratórios credenciados pelo Denatran

 Desde março de 2016 os candidatos a habilitação ou renovação para as categorias C, D e E precisam fazer o exame toxicológico para detecção de consumo de substâncias psicoativas. O exame faz parte do processo que se inicia junto ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do estado do registro do condutor e passa por um laboratório credenciado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que deve realizar o exame.

Dificuldade


Muitos cidadãos, porém, estão tendo dificuldades para encontrar a lista de laboratórios credenciados pelo Denatran para a realização do exame. É o caso de Jocenei Faria, que possui CNH de categoria C e que procurou o Portal do Trânsito.

“O Detran manda a gente procurar o laboratório no site do Denatran, mas lá não encontrei nada”, afirma o motorista.

Realmente, o Portal do Trânsito foi conferir a situação e não foi fácil encontrar a lista de laboratórios credenciados. O site do Ministério da Infraestrutura está passando por reformulações e só foi possível encontrar a rede de coleta no site antigo. (Clique aqui).

Como funciona o exame toxicológico


O Exame Toxicológico de larga janela de detecção é um tipo de exame que utiliza amostras de cabelo, pelo ou unhas para verificar o consumo, ativo ou não, de substâncias psicoativas, com análise retrospectiva mínima de 90 (noventa) dias. Ele é obrigatório, atualmente, para condutores com CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias C, D ou E, e é exigido pela Lei n° 13.103, de 02 de março de 2015.

O PL 32671/19, que pretende alterar o Código de Trânsito Brasileiro, previa –em seu texto original- o fim do exame toxicológico, mas a alteração não foi aprovada na Câmara dos Deputados.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) defende a obrigatoriedade do exame toxicológico para condutores das categorias C, D e E.

“A altíssima prevalência do uso de substância ilícitas por condutores nas rodovias brasileiras e a implicação delas sobre o comportamento e cognição dos motoristas, tornam inaceitável a exclusão do exame toxicológico”, afirma Dr. Flávio Adura, diretor científico da ABRAMET.

De acordo com números do SOS Estradas, desde que o exame tornou-se obrigatório os acidentes caíram 34% entre caminhoneiros e 52% para ônibus.

 

 

 

 



Fonte: Portal do Trânsito

21 de agosto de 2020